16 maio 2007

ainda vivo

Às vezes penso que você é só um personagem de um belo filme
E eu, o espectador exatasiado na plateia.
Estranhamente, intimamente ligado àquele que me causa um tudo.
Ansiando que do nada eu seja sugado pela película
E então, enfim, acabe interagindo contigo
Sensações confusas como a de um sonho maluco que de vez em quando temos
Ou, quem sabe, você magicamente saia da tela do cinema
E em silêncio se aproxima de mim.
E me toca...
Como fosse um surreal encontro de duas criaturas ligadas pelo inexplicável
Já nem sei mais se estou delirando ou se somos algum tipo de arte desconhecida que o mundo ainda não inventou.

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